Sustentabilidade na construção civil: as práticas da Direcional

Sustentabilidade na construção civil: as práticas da Direcional Riva Incorporadora

Entenda por que a sustentabilidade na construção civil é um caminho sem volta. Saiba como essa mudança garante valor real, eficiência e menos custos.

Pensar em sustentabilidade na construção civil já não é mais opcional para quem atua no setor imobiliário. Cada vez mais, construtoras, investidores e compradores entendem que construir com responsabilidade é uma questão de futuro e de valor real para quem mora, trabalha ou investe em um imóvel.

E o cenário de 2026 confirma essa virada: de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a construção civil brasileira segue em crescimento, com projeção de alta de cerca de 2% e avanço contínuo em práticas mais sustentáveis.

Ao mesmo tempo, há maior pressão pela redução de emissões de carbono, o que impulsiona o uso de materiais como concreto e aço de baixo impacto ambiental. 

Segundo o Relatório de Status Global para Edificações e Construção (Buildings-GSR), publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Aliança Global para Edificações e Construção (GlobalABC), o setor é responsável por cerca de 37% das emissões globais de CO₂. 

Por isso, o ESG na construção precisa deixar de ser apenas discurso reputacional e se tornar um modelo estruturante de gestão, já que empreendimentos certificados ganham maior valorização e acesso facilitado a crédito.

Diante desse contexto, neste artigo, vamos entender o que é ESG na construção civil, descobrir como funciona a construção sustentável no Brasil e identificar como escolher uma construtora com práticas sustentáveis para investir com mais consciência e segurança. Vamos lá?

Principais aprendizados deste artigo

  • A sustentabilidade na construção civil não é mais opcional, por isso é impulsionada pelo crescimento contínuo do mercado imobiliário no Brasil, pela maior pressão na redução de emissões de carbono e pela crescente valorização dos critérios de ESG (Ambiental, Social e Governança);
  • A aplicação dos critérios ESG guia as construtoras a priorizarem mais do que o lucro, de forma a influenciar decisões de projeto para garantir o uso eficiente de recursos, condições dignas de trabalho e transparência na gestão;
  • A construção sustentável no Brasil reduz o consumo de recursos naturais e o desperdício, além de diminuir custos operacionais por meio de práticas como gestão de resíduos, uso racional de água/energia e uso de materiais de menor impacto.

O que é ESG na construção civil?

É a sigla para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança, na tradução). Ou seja, é um conjunto de 3 compromissos que guiam como uma empresa age no mundo: o cuidado com o meio ambiente, a responsabilidade com as pessoas e a transparência na gestão.

Na prática, quando uma construtora adota essa visão, começa a focar além do lucro imediato. As escolhas passam a considerar o impacto de cada projeto sobre o entorno, sobre os trabalhadores e sobre quem vai morar no imóvel.

Leia mais: Como o Grupo Direcional aplica as práticas de ESG na construção civil?

Como funciona a construção sustentável no Brasil?

A construção sustentável no Brasil funciona por meio de mudanças concretas nas obras, como a gestão correta de resíduos, o uso racional da água, a eficiência energética, os materiais de menor impacto ambiental e as certificações como AQUA-HQE e LEED, que reduzem desperdício, custos operacionais e atraem compradores mais conscientes.

O setor de construção civil é um dos que mais consomem recursos naturais no país, o que responde por uma fatia expressiva do uso de água, da geração de resíduos sólidos e das emissões de gases que contribuem para o aquecimento do clima. 

Por isso, adotar práticas mais responsáveis nesse campo não é opção, mas necessidade. Esse movimento passa por mudanças concretas em diferentes etapas da obra. Confira como cada uma dessas frentes é colocada em prática:

  • Gestão de resíduos: separação e destinação correta dos materiais descartados no canteiro;
  • Uso racional da água: sistemas de reaproveitamento e controle do consumo nas obras;
  • Eficiência energética: uso de equipamentos mais econômicos e aproveitamento da luz natural;
  • Materiais sustentáveis: preferência por insumos com menor impacto ambiental na produção e no transporte;
  • Certificações: selos como AQUA-HQE e LEED atestam que o empreendimento seguiu critérios rigorosos de sustentabilidade.

Além dos benefícios ambientais, essas práticas reduzem custos operacionais e tornam os imóveis mais atraentes para um comprador cada vez mais consciente. Assim, a sustentabilidade na construção civil se firma como um caminho sem volta para o setor no Brasil.

Quais os principais pilares de uma construtora com práticas sustentáveis?

Os principais fundamentos são:

  • Áreas verdes e paisagismo contribuem para conforto térmico e bem-estar;
  • A iluminação eficiente com LED e o uso de sensores de presença reduzem o consumo de energia;
  • A gestão da água inclui reaproveitamento da chuva para limpeza e irrigação;
  • Projetos garantem conforto térmico e acústico;
  • Resíduos de obra recebem destinação correta;
  • Materiais responsáveis minimizam impactos ambientais.

Saber quais são os principais pilares de uma construtora com práticas sustentáveis ajuda na realização de uma compra mais consciente e vantajosa. Um imóvel construído com esses critérios passa a ter custos de condomínio menores, maior durabilidade e mais qualidade de vida para os moradores.

Além disso, é um patrimônio alinhado com o que o mercado e a sociedade cada vez mais valorizam. Confira mais informações sobre cada um desses fundamentos a seguir.

Áreas verdes e paisagismo

Projetos com vegetação integrada ao condomínio não são apenas estéticos, mas também servem para regular a temperatura dos ambientes, reduzir o efeito de ilha de calor e criar espaços de convivência mais agradáveis, tudo com menor necessidade de climatização artificial.

Iluminação eficiente

O uso de lâmpadas LED e sensores de presença nas áreas comuns é uma das mudanças mais simples e com maior retorno. O consumo de energia cai de forma significativa, e o impacto aparece diretamente no valor do condomínio pago todo mês.

Gestão da água

Sistemas de captação e reaproveitamento da água da chuva permitem que o condomínio use esse recurso para irrigação de jardins e limpeza de calçadas. O resultado é menos desperdício e uma conta de água coletiva mais baixa.

Conforto térmico e acústico

Um projeto bem pensado usa orientação solar, ventilação cruzada e materiais isolantes para manter os ambientes confortáveis sem depender de aparelhos de ar-condicionado. Dessa forma, é possível reduzir o consumo de energia e melhorar a qualidade de vida de quem mora no imóvel.

Resíduos de obra

A separação e a destinação correta dos resíduos gerados durante a construção evitam o descarte irregular e permitem que boa parte dos materiais seja reciclada ou reaproveitada. É uma prática que protege o entorno da obra e demonstra responsabilidade social e ambiental com o meio urbano.

Materiais responsáveis

A escolha de materiais com menor impacto ambiental (seja na extração, na fabricação ou no transporte) reduz a pegada de carbono do empreendimento. Concreto com menor emissão de CO₂, tintas sem substâncias tóxicas e madeiras certificadas são exemplos práticos dessa decisão.

Como a sustentabilidade na construção civil se aplica aos condomínios entregues pela Direcional?

A Direcional leva a sustentabilidade a sério em cada etapa de seus projetos. Nos canteiros de obras, a empresa adota gestão rigorosa de resíduos, controle do consumo de água e processos que reduzem o desperdício de materiais. Ou seja, esse cuidado está presente desde antes da fundação até a entrega.

Nos condomínios entregues, esse compromisso se traduz em soluções concretas que os moradores sentem no dia a dia. São recursos pensados para gerar conforto com menos impacto e custos mais baixos:

  • Reaproveitamento de água da chuva para irrigação e limpeza das áreas comuns;
  • Iluminação LED com sensores nas circulações e espaços compartilhados;
  • Áreas verdes planejadas para melhorar o conforto térmico e a qualidade do ar;
  • Destinação correta de resíduos durante toda a obra, com coleta seletiva no canteiro. Em função disso, a Direcional recebeu o primeiro lugar no prêmio de Boas Práticas em Gerenciamento de Resíduos em Canteiros de Obras pela Sinduscon-MG;
  • Materiais e processos escolhidos com critério para reduzir a pegada ambiental do empreendimento.

Para quem compra um imóvel da Direcional, essas práticas representam economia real no condomínio, um imóvel mais eficiente e a segurança de morar em um lugar construído com responsabilidade. 

Se você quer conhecer os empreendimentos disponíveis e entender como essas soluções se aplicam ao seu próximo lar, entre em contato com a Direcional!

Sobre a Autora

Adriana Nascimento

Coordenadora de Conteúdo

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Escritora e profissional de UX. Atua na coordenação da área de produção de conteúdo do Grupo Direcional com a missão de facilitar a compreensão dos assuntos relacionados ao mercado imobiliário.

Saiba mais na página da autora
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A Direcional está presente em 8 estados e no Distrito Federal e há mais de 45 anos garante o sonho da casa própria para milhares de pessoas. São mais de 240 mil unidades entregues e outras centenas em construção em todo o território nacional.

  • +45
    Anos de Mercado
  • 8
    Estados brasileiros e Distrito Federal
  • + 12 mil
    Colaboradores
  • + 240 mil
    Unidades entregues e/ou incorporadas

Dúvidas frequentes

Como escolher uma construtora sustentável para garantir qualidade e benefícios ao meio ambiente?

Opte por empresas certificadas pelo selo Casa Azul da Caixa Econômica Federal, que comprova práticas ecológicas na construção. Verifique também o histórico de obras entregues, os materiais utilizados e se há uso de energia solar ou reaproveitamento de água, pois são fatores que unem economia, conforto e responsabilidade ambiental.

Programas governamentais de habitação popular oferecem subsídios para famílias de baixa renda e, desde 2023, incorporaram exigências de eficiência energética e saneamento básico nos projetos. Com isso, cada nova unidade deve respeitar critérios ecológicos, o que transforma a moradia acessível em um vetor de preservação ambiental e qualidade de vida.

O setor tem avançado com o uso de materiais recicláveis, sistemas de captação de água da chuva e certificações ambientais como o LEED. Além disso, projetos bem localizados reduzem deslocamentos, e técnicas de construção a seco diminuem resíduos, fatores que, unidos, tornam as obras menos agressivas ao planeta.

Sim, pois painéis solares, ventilação natural e isolamento térmico eficiente já estão presentes em empreendimentos de baixo custo. A Caixa Econômica Federal, por meio do selo Casa Azul, incentiva essas soluções, o que prova que o acesso à moradia digna e o respeito ao ambiente não são objetivos excludentes.